Espaço Azul, 2025
MPEG-4
3840 x 2160
1'49"
Apresentado no CICA Museum, Korea - Agosto de 2026
ACÁCIA VELATA | @acaciavelata
Núcleo I, 2025
MPEG-4
1920 x 1080
1'25"
Apresentado no Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica, Rio de Janeiro - 2025
Visceras, 2024
MPEG-4
1080 x 1080
50"
Mãos II, 2023
MPEG-4
1920 x 1080
1'18"
Aperto, 2022
MPEG-4
1080 x 1080
1'21"
Acácia Velata (@acaciavelata) foi criada em 2021 para se contrapor à hiperexposição e à banalização do corpo no contemporâneo. A artista cobre-se deixando expostos somente mãos e pés buscando uma comunicação pré-verbal e universal.
As filmagens feitas em silêncio permitem que os movimentos surjam espontaneamente como padrões, que brotam do que está armazenado no corpo como um hard disk. Cada tecido e órgão atua como uma pasta de arquivo guardando memórias.
A concepção tem como principal influência os filmes mudos do expressionismo alemão, especialmente os de Murnau, nas cenas em que as mãos são protagonistas.
A tridimensionalidade virtual é criada digitalmente sem o uso de IA. O erro e as limitações são partes essenciais do trabalho como novas possibilidades e caminhos. São usadas filmagens da natureza com distorções e pinturas feitas com tinta sobre papel para criar espaços, sobrepondo a manualidade do gesto ao digital.
Estes espaços acolhem os movimentos repetitivos do corpo para induzir percepções de experiências subjetivas universais. São movimentos primordiais que atravessam categorias de raça, gênero, sexualidade e território.
A escolha dos elementos visuais varia de acordo com os padrões dos movimentos, e a música pautada por repetições cíclicas da artista francesa Adele Blanchi (@adeleblanchin) reforça os padrões de movimentos, permitindo a conexão com um estado que é simultaneamente ancestral e futurista.